Santa Maria: descubra agora o que torna a cidade tão especial para viajar

Santa Maria, turismo, hotéis em Santa Maria e o que fazer em Santa Maria: se você anda pesquisando tudo isso, respira fundo e vem comigo. Nesta cidade cheia de estudantes, praças arborizadas e cafés escondidos em cada esquina, sempre existe uma história nova esperando por você.

Ao longo deste guia, vamos passear pelos principais pontos turísticos de Santa Maria, mostrar opções de hospedagem para vários bolsos e dar dicas reais de quem quer aproveitar ao máximo sem complicação. A ideia é simples: ajudar você a se sentir em casa na cidade, mesmo que seja a sua primeira visita. Então, prepara o roteiro, porque Santa Maria pode ser muito mais surpreendente do que você imagina.

Santa Maria turismo: principais pontos turísticos e experiências imperdíveis

Centro histórico e caminhada pela Avenida Rio Branco

Comece o roteiro pelo coração de Santa Maria, em torno da Avenida Rio Branco. A rua arborizada, com canteiro central largo e bancos, convida a caminhar sem pressa. Observe os prédios antigos, muitos com fachadas preservadas do início do século XX, que mostram a fase em que a cidade crescia impulsionada pela ferrovia e pelo comércio regional. Entre um quarteirão e outro, cafés, livrarias e bares universitários dão um ar jovem a uma área cheia de memória.

Perto dali, a Catedral Diocesana chama atenção pela torre e pelos vitrais, ponto de referência para quem circula pelo centro. Ao redor da praça, o vai e vem de estudantes, trabalhadores e vendedores ambulantes revela o dia a dia urbano típico de cidade média gaúcha: buzinas na hora do pico, gente caminhando rápido entre paradas de ônibus e um sotaque puxado que aparece em qualquer conversa de esquina.

Reserve um tempo para ouvir músicos de rua, que às vezes ocupam a calçada com violão e voz, e para prestar atenção nos anúncios colados em postes e murais. Ali aparecem desde ofertas de quarto para alugar até chamados para festas de curso e saraus. É na rua que se percebe como o cotidiano em Santa Maria gira em torno da universidade, do comércio e da convivência em espaços públicos abertos.

Praças, parques e o jeito santa-mariense de ocupar a rua

A Praça Saldanha Marinho é um ponto de encontro clássico. À tarde, senhores jogam cartas, crianças correm atrás dos pombos e jovens se espalham pelos bancos com chimarrão na mão. Em dias de sol, os bancos ficam disputados, e o som do coreto se mistura ao burburinho das conversas. Feirinhas de artesanato e eventos culturais aparecem com frequência, mudando a paisagem de um fim de semana para o outro.

Um pouco afastado do centro, o Parque Itaimbé mostra outro ritmo de cidade. Trilhas sombreadas, quadras esportivas e brinquedos infantis são usados o dia inteiro, especialmente nos finais de tarde, quando o pessoal faz caminhada ou corrida. Grupos de amigos se reúnem para dividir uma cuia de chimarrão na grama, enquanto famílias aproveitam para soltar as crianças. O parque funciona como uma sala de estar ao ar livre, revelando o costume local de transformar áreas verdes em ponto de convivência.

Quando cai a noite, alguns trechos da cidade mudam de cenário. Bares e pubs próximos ao centro e à universidade ganham movimento, com mesas na calçada e música ao vivo. O clima é descontraído, com estudantes, professores e moradores se misturando. Esse uso intenso das ruas, praças e parques mostra como o cotidiano urbano em Santa Maria se constrói na conversa, no encontro casual e na convivência em espaços compartilhados.

Onde ficar e o que fazer em Santa Maria gastando pouco

Bairros estratégicos para se hospedar bem e gastar menos

Para economizar em Santa Maria, o primeiro passo é olhar o mapa da cidade com carinho. Regiões próximas à UFSM e ao centro costumam ter pousadas simples, repúblicas que alugam quarto por diária e pequenos hostels mantidos por ex-alunos. São locais sem luxo, mas com preço amigo e, muitas vezes, café da manhã caprichado incluído.

Nas imediações da Avenida Roraima, que leva ao campus, é comum encontrar opções voltadas ao público estudantil, com quartos coletivos e áreas de convivência. Já nos arredores do calçadão central e da Avenida Rio Branco, os hotéis econômicos ganham força, facilitando o deslocamento a pé até bancos, restaurantes e pontos de ônibus urbanos e intermunicipais.

Quem chega de ônibus pela rodoviária de Santa Maria pode optar por hospedagens próximas, evitando corridas de táxi longas. A região não é a mais charmosa, mas rende boas barganhas, especialmente em períodos fora do calendário de vestibulares e formaturas, quando a demanda cai e as diárias ficam mais em conta.

Programas baratos que preenchem o dia inteiro

Mesmo com orçamento apertado, é possível montar um roteiro variado. Os parques e praças são aliados de quem quer aproveitar a cidade sem abrir a carteira. O Parque Itaimbé oferece sombra, áreas para caminhada e equipamentos esportivos, ótimo para um fim de tarde com chimarrão. Já a Praça Saldanha Marinho vive cheia de atividades culturais, feiras e apresentações gratuitas em datas especiais.

Para quem gosta de caminhar, percorrer o eixo entre o calçadão, a Avenida Rio Branco e as ruas próximas rende um bom passeio urbano, com prédios antigos, cafés com preços justos e lojas populares. Muitos estabelecimentos oferecem combos de refeição do dia, o famoso “prato feito” com carne, arroz, feijão e salada, que sai bem mais barato do que cardápios à la carte.

Outro caminho para gastar pouco é acompanhar a agenda da UFSM e de centros culturais locais. Exposições, mostras de cinema, saraus e concertos abertos ao público ocorrem com frequência e ajudam a entender melhor o ambiente universitário e artístico da cidade, sem pesar no bolso.

Dicas de quem vive na cidade para driblar gastos

Moradores costumam indicar mercados de bairro e padarias tradicionais para quem quer comer bem pagando menos. Comprar frutas, pães, frios e montar lanches por conta própria é uma saída prática para quem se hospeda em quarto com geladeira ou cozinha compartilhada. Em vez de três refeições em restaurante, basta uma refeição mais reforçada ao meio-dia e lanches ao longo do dia.

Também vale observar os horários de pico dos ônibus urbanos. Planejar os deslocamentos fora dos momentos de maior movimento torna as viagens mais tranquilas e, às vezes, evita a necessidade de chamar transporte por aplicativo às pressas. Muitas linhas ligam rapidamente o centro à UFSM e a bairros residenciais, permitindo explorar diferentes áreas sem grandes custos.

Por fim, conversar com atendentes de hotéis, donos de bares e motoristas de aplicativo costuma render boas sugestões de lugares baratos para comer, happy hours com promoções e eventos locais pouco divulgados. Essa troca de informações, somada à disposição de caminhar um pouco mais, faz com que uma viagem econômica a Santa Maria continue rica em experiências e bem ajustada ao bolso.

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